sábado, 2 de maio de 2015

Mesmo muito reconfortante...

> Afinal, os cérebros das pessoas mais velhas são lentos só porque elas
> sabem muito.
>
> As pessoas não declinam mentalmente com a idade. Os cientistas
> acreditam que elas apenas têm mesmo mais tempo para recordar factos e
> acumulam muito mais informações nos seus cérebros. Muito parecido com
> o que acontece nos discos rígidos dos computadores quando ficam
> cheios, dificultando assim o tempo de acesso às informações
> pretendidas.
>
> Os investigadores dizem que esta desaceleração não é o mesmo que o
> declínio cognitivo. O cérebro humano funciona mais lentamente na
> velhice, disse o Dr. Michael Ramscar, mas apenas porque temos
> armazenadas mais informações.
>
> Com o tempo, o cérebro de pessoas mais velhas não fica mais fraco.
> Pelo contrário, elas simplesmente sabem mais.
>
> Mesmo quando as pessoas mais velhas se esquecem do que iam fazer a
> outra dependência da casa, esse não é um problema de memória mas
> apenas uma forma da Natureza as obrigar a fazer mais exercício físico.
>
> É isso! Eu sei que tenho mais amigos a quem deveria mandar isto mas,
> de momento, não consigo recordar os respetivos nomes. Por isso,
> agradeço que o enviem aos vossos amigos.
> Quem sabe se eles também não serão meus amigos...

(obrigada, Henrique)
 
 
 
 
 
 
 
 

 
  

5 comentários:

Olinda Melo disse...


Muito bem! Acho que sim, é reconfortante.

Concordo que realmente o cérebro fica sobrecarregado com tanta informação recolhida ao longo da vida. Será importante aprendermos a descarregar parte dessa informação, privilegiando o que é essencial, ou o que considerarmos que é importante.

Viver, ao fim e ao cabo, é uma Arte!

Bjs

Olinda

✿ chica disse...

Muito legal! Bom consolo!! bjs, chica

Cidália Ferreira disse...

LINDO!

Excelente sábado, Beijinhos

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Jorge disse...

Abençoada Natureza que obriga os vélhos a fazer exercío na suas marés de esquecimento. Por mim, gosto de aproveitar qualquer ocasião para o fazer e desfrutar...
Abraços meus.
Jorge

Tais Luso disse...

Pois está aí algo que gostei de saber... Gostei da comparação, da explicação.
Beijos, Irene!