sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

De: António Ferreira(meu amigo no Facebook) com a devida autorização

Poetiza-me. Tatua o teu poema na minha pele, com uma caneta permanente de ti. Ama-me, como se amar fosse tão pouco, e pouco a pouco, o que parece pouco, torna- se nesse tanto. Um tanto que te quero, um tanto que te desejo, e no entretanto, dia apôs dia, vou-te roubando mais um beijo. Idolatra-me, adora-me, bajula cada um dos meus passos, pois todos eles, irrompem por entre o silêncio, em direcção a ti. Acorda-me sempre, interrompe-me os sonhos, pois a ti, e só a ti, eles pertencem. E pertencer, não é mais, que ser propriedade de alguém. E tu, além de dona do meu corpo, limitas, toda a minha propriedade intelectual. Pois pensar, só me leva até ti. Amo-te, amo-te por vício. Pois constantemente, o meu corpo, me pede o teu. Poetiza-me. Faz da tua vida, um poema para sempre meu.
--António Ferreira

2 comentários:

Cidália Ferreira disse...

Boa noite amiga

Texto/ poema maravilhoso.


Bom fim de semana
Beijos

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Muito belo e intenso.
Qualquer pessoa sente e vive o poema vendo crescer o desejo de posse.