quarta-feira, 30 de novembro de 2016
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
As eleições nos EUA ainda dão que falar.Académicos suspeitam de "hackers" e pedem recontagem de votos
O grupo pediu à candidata democrata Hillary Clinton para se juntar ao apelo e vai entregar no princípio da próxima semana um documento expondo as suas preocupações às autoridades federais e a responsáveis do Congresso, segundo dois elementos do grupo citados pelo jornal sob condição de anonimato.
O documento, que atualmente tem 18 páginas, centra-se nos resultados nos estados de Michigan, Pensilvânia e Wisconsin.
“Interessa-me uma verificação dos votos. Temos de ter auditorias de votos pós-eleitorais”, disse Barbara Simons, conselheira da comissão de assistência eleitoral e especialista em voto eletrónico, que o jornal diz ter participado na elaboração do documento, mas que se escusou a precisar a natureza do seu envolvimento.
Um outro grupo de analistas, liderado pelo fundador do Instituto Nacional para o Direito de Voto, John Bonifaz, e pelo diretor do centro de segurança de computadores da Universidade de Michigan, Alex Halderman, também defende uma revisão dos votos e mantém contacto com Barbara Simons, mas Bonifaz recusou ser citado pelo jornal.
A notícia surge depois de dois departamentos da administração norte-americana terem anunciado que piratas informáticos na Rússia entraram na rede de computadores do Partido Democrata e tentaram “interferir” nas eleições.
Nos meses que antecederam as eleições, Hillary Clinton surgiu consistentemente à frente nas sondagens naqueles três estados, mas Donald Trump acabou por vencer na Pensilvânia e no Wisconsin. No Michigan o resultado final ainda não foi anunciado.
Quase uma centena de especialistas em questões eleitorais e/ou informáticas assinou uma carta aberta aos dirigentes do Congresso na qual se afirma “profundamente perturbada” com as informações sobre interferências estrangeiras e pede uma investigação completa dessas alegações, sublinhando contudo não pretender “questionar o resultado” da eleição em si.
Segundo a New York Magazine, membros do grupo de académicos que defende uma auditoria ou recontagem manteve uma vídeoconferência com o diretor da campanha de Clinton, John Podesta.
O documento, que atualmente tem 18 páginas, centra-se nos resultados nos estados de Michigan, Pensilvânia e Wisconsin.
“Interessa-me uma verificação dos votos. Temos de ter auditorias de votos pós-eleitorais”, disse Barbara Simons, conselheira da comissão de assistência eleitoral e especialista em voto eletrónico, que o jornal diz ter participado na elaboração do documento, mas que se escusou a precisar a natureza do seu envolvimento.
Um outro grupo de analistas, liderado pelo fundador do Instituto Nacional para o Direito de Voto, John Bonifaz, e pelo diretor do centro de segurança de computadores da Universidade de Michigan, Alex Halderman, também defende uma revisão dos votos e mantém contacto com Barbara Simons, mas Bonifaz recusou ser citado pelo jornal.
A notícia surge depois de dois departamentos da administração norte-americana terem anunciado que piratas informáticos na Rússia entraram na rede de computadores do Partido Democrata e tentaram “interferir” nas eleições.
Nos meses que antecederam as eleições, Hillary Clinton surgiu consistentemente à frente nas sondagens naqueles três estados, mas Donald Trump acabou por vencer na Pensilvânia e no Wisconsin. No Michigan o resultado final ainda não foi anunciado.
Quase uma centena de especialistas em questões eleitorais e/ou informáticas assinou uma carta aberta aos dirigentes do Congresso na qual se afirma “profundamente perturbada” com as informações sobre interferências estrangeiras e pede uma investigação completa dessas alegações, sublinhando contudo não pretender “questionar o resultado” da eleição em si.
Segundo a New York Magazine, membros do grupo de académicos que defende uma auditoria ou recontagem manteve uma vídeoconferência com o diretor da campanha de Clinton, John Podesta.
domingo, 20 de novembro de 2016
SE DEPOIS... Ângelo Gomes
Se depois de ter morrido me lembrares
Como alguém a quem chamaste de teu
Pega na tesoura ou na lâmina para cortares...
As alusões ao corpo que foi só meu
Se depois das lágrimas couber um leve sorriso
Que mesmo no além é chama que devora
Que voe célere e que transporte o aviso
De que ninguém é de ninguém nem ontem nem agora
Se depois das recordações ainda restar carinho
Celebremo-lo à mesa com uma garrafa de vinho
Até cairmos para o lado derrotados pelo cansaço
Eu lá pelos glaciares da vida nova
Tu cá todos os dias posta à prova
Com o arco-íris a enlaçar-nos num abraço
Ângelo Gomes – 17-1-2016 – 23h30
Que mesmo no além é chama que devora
Que voe célere e que transporte o aviso
De que ninguém é de ninguém nem ontem nem agora
Se depois das recordações ainda restar carinho
Celebremo-lo à mesa com uma garrafa de vinho
Até cairmos para o lado derrotados pelo cansaço
Eu lá pelos glaciares da vida nova
Tu cá todos os dias posta à prova
Com o arco-íris a enlaçar-nos num abraço
Ângelo Gomes – 17-1-2016 – 23h30
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