domingo, 6 de março de 2016

fonte: Expresso online

O retrato oficial de Cavaco Silva

O Presidente da República de Portugal mostrou, esta sexta-feira, o seu Retrato Oficial, da autoria do pintor Carlos Barahona Possollo, que será apresentado na Galeria dos ex-Presidentes, no Museu da Presidência da República, no Palácio de Belém

sexta-feira, 4 de março de 2016

QUEM ENTENDE?
Um país pobre como Portugal, com fracos recursos e sem
riqueza própria – a não ser o Turismo – o seu maravilhoso

Sol e o Mar... vê-se todos os dias confrontado com elevados prejuízos
causados por intervenções de políticos ou gestores de
empresas públicas.
Hoje mais um desses casos aconteceu. Portugal foi condenado
por um Tribunal inglês, e vai ter que pagar uma quantia fabulosa,
por culpa da ex-Ministra das Finanças e de Gestores Públicos.
Assim bem podem criar impostos e mais impostos que nunca
chega!!! E aqueles que trabalham honestamente nunca mais
terão vencimentos que lhes dê uma vida com tranquilidade!!!
Não, assim não pode continuar!!!
Não há dinheiro nunca suficiente, para pagar a tantos por isto
e por mais aquilo, que não foi causado pelo povo ou ao serviço
do povo.
Estou tão cansada de TANTA COISA RUIM...e a “aparente
indiferença” dos políticos sempre a dizerem que vão pagar,
que vão cumprir...
E quem responsabiliza aqueles que cometeram os erros a
serem eles a pagá-los?
Pobre país, amado Portugal, estás a ser “esmifrado” de todos os lados...
 


 

Romance de Nós


  • Estou à beira do mar,
  • estou à beira de ti.
  • Ardem no meu olhar
  • os sonhos que não vi.
  • Tudo em nós foi naufrágio,
  • não quisemos saber:
  • fizemos nosso adágio
  • do que não pôde ser.
  • Que resta do amor
  • a quem é como nós?
  • Envergonha-me pôr
  • em verso: «somos sós;
  • sós como amanhecer
  • às avessas do mundo;
  • sós como podem ser
  • as areias no fundo;
  • somos sós e sabê-lo
  • é negar o pronome
  • que de nós fez novelo
  • e por nós se consome».


Luis Filipe Castro Mendes, in "Modos de Música"

quinta-feira, 3 de março de 2016

PÔR DO SOL


Peço desculpa do poema Pôr do Sol
não ter ficado visível aqui.
 
Podem vê-lo, se assim entender no meu outro blogue:
 

quarta-feira, 2 de março de 2016

Conquista
Livre não sou, que nem a própria vida
Mo consente.
Mas a minha aguerrida ...
Teimosia
É quebrar dia a dia
Um grilhão da corrente.

Livre não sou, mas quero a liberdade.
Trago-a dentro de mim como um destino.
E vão lá desdizer o sonho do menino
Que se afogou e flutua
Entre nenúfares de serenidade
Depois de ter a lua!
Miguel Torga, in 'Cântico do Homem'